*''Yes,we can '



Obama assume e suspende regulações pendentes da administração Bush.

pode clicar, não se assuste.

É moçada, o novo ícone da mídia chegou a tribo e tratou de botar ordem na casa. Saudável para todos, diga-se.


O desafio acerca do problema não é mole não. PNB anda relativamente baixo,  índice de desemprego já bate a casa dos 7% , inflação decrescendo. Os reflexos ( ou diria sintomas ) da crise imobiliária são deprimentes. É! o legado do mongolóide Bush não cheira muito bem. Para mim seria um cheirinho de cebola, misturdo com alho, aliás, com com aquela carne estragada a 3 dias fora do freezer. Puff! Bush, cebola, alho, carne estragada são todos farinhas do mesmo saco. É vero!

Isso nos atesta, no mínimo, que estão, digo, estamos, em maus lençóis. Claro nem sempre pode-se generalizar. Muita calma nessa hora.

Vossa Excelência  Barack Obama ( gosto dele, parece ser bom de briga) afirmou '' esperança'' e ''medo'' - ( vontade de dizer: a promotoria não tem mais perguntas, meritíssimo. Como eu vou com a cara dele: um feliz começo não? ). Mas o próprio em carne e osso, anda maravilhado com as promessas de mudanças. Começa uma nova saga na economia global.


Bom, deixando de lado os entretantos e partindo para os finalmentes, estou no mesmo barco com Obama, e não só porque o Brasil adotou ele o queridinho (provavelmente influenciado pela nossa mídia fabulosa, mas tudo bem ele era o melhor mesmo), mas como um todo, o sujeito tem os predicativos para alcançarmos a tão almejada paz dos EUA com o eixo do mal, denominado por Bush, seu desempenho do discurso de posse, e também toda aquela cerimônia de cunho maçonico na minha opinião, foi mesmo anormal, eloquente e memorável, como um Hitler contemporâneo, não com os mesmo ideais lógico. Chamou o povo, esses seres americanos embasbacados por dinheiro, a brigar com ele, não beirou o irracional e foi o máximo realista possível. É um mito.

Yes, we did. <-- final feliz.
No, we didnt. <-- triste. ( sniff )
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